Sumo português distinguido pelo programa de saúde britânico!
Pela primeira vez, um sumo de 125 ml foi classificado pelo programa de saúde britânico "5 a Day" como correspondendo a duas peças de fruta. Trata-se do sumo da portuguesa Sonatural, exclusivamente à base de fruta espremida e sem água.
Pode dizer-se que a produção nacional está de parabéns, uma vez que qualquer um dos sumos da marca é feito com maçãs de Alcobaça, seja o de frutos vermelhos, de cenoura, de pêra ou o novo de laranja.
O programa "5 a Day", promovido pelo Serviço Nacional de Saúde britânico, defende que «pequenas mudanças» contribuem para que se ingira cinco porções de fruta e vegetais por dia. Agora qualifica a garrafa do sumo português da Sonatural como «um dos sumos mais puros do mundo» – pois respeita o requisito de conter mais de 160 g de fruta ou vegetais.
A Sonatural nasceu em 2007. Produz cerca de 20 mil litros de sumo por mês, na sua fábrica de Alcobaça, além de sopas, sanduíches e iogurtes.
Francesinha no TOP 10 das melhores sanduíches do Mundo!
O site Aol Travel elegeu a Francesinha como uma das 10 melhores sanduíches do mundo, considerando que esta iguaria portuense, apesar do seu diminutivo, de "pequena tem muito pouco".
A Francesinha é uma sanduíche recheada com linguiça, salsicha fresca, fiambre e bife, coberta de queijo, sendo depois "regada" com um molho picante, considerado a alma da receita, que tem por base tomate e cerveja.
As variantes da Francesinha são muitas (com outras carnes no recheio, com ovo estrelado ou camarão por cima, por exemplo), sendo muito apreciada quando acompanhada por batatas fritas.
Nesta selecção, a Francesinha aparece ao lado das sanduíches Roujimao, da China, Smorrebrod, da Dinamarca, Kati Roll, da Índia, Pan Bagnat, de França, Gelato Sandwich, de Itália, da Indian (navajo) Taco, dos Estados Unidos da América, do Chip Butty, do Reino Unido e da mexicana Cemita.
A Francesinha, oriunda do Porto, foi criada por um emigrante português que, quando voltou de França para a sua terra natal, decidiu adaptar o famoso Croque Monsieur à cultura nacional.
O site, que fornece informação sobre destinos turísticos e lazer, escreve que as fatias de pão, depois de recheadas com uma combinação de salsicha, bife e fiambre, são "coroadas" com queijo derretido e "encharcadas" com um molho. "Adicionar batatas fritas e/ou ovo tornam-na especial", acrescenta.
Apresentando 10 sanduiches, o Aol Travel pretende apontar "uma lista de alguns exemplos dignos de babar", afirmando que as sanduíches são o alimento perfeito para qualquer ocasião e um "bem amado em todo o mundo".
A Francesinha é muito apreciada no Porto, sendo uma especialidade de vários restaurantes locais, desde requintados aos mais populistas.
Esta especialidade portuense surgiu na década de 60, pelas mãos do português Daniel da Silva.
A Francesinha é uma sanduíche recheada com linguiça, salsicha fresca, fiambre e bife, coberta de queijo, sendo depois "regada" com um molho picante, considerado a alma da receita, que tem por base tomate e cerveja.
As variantes da Francesinha são muitas (com outras carnes no recheio, com ovo estrelado ou camarão por cima, por exemplo), sendo muito apreciada quando acompanhada por batatas fritas.
Nesta selecção, a Francesinha aparece ao lado das sanduíches Roujimao, da China, Smorrebrod, da Dinamarca, Kati Roll, da Índia, Pan Bagnat, de França, Gelato Sandwich, de Itália, da Indian (navajo) Taco, dos Estados Unidos da América, do Chip Butty, do Reino Unido e da mexicana Cemita.
A Francesinha, oriunda do Porto, foi criada por um emigrante português que, quando voltou de França para a sua terra natal, decidiu adaptar o famoso Croque Monsieur à cultura nacional.
O site, que fornece informação sobre destinos turísticos e lazer, escreve que as fatias de pão, depois de recheadas com uma combinação de salsicha, bife e fiambre, são "coroadas" com queijo derretido e "encharcadas" com um molho. "Adicionar batatas fritas e/ou ovo tornam-na especial", acrescenta.
Apresentando 10 sanduiches, o Aol Travel pretende apontar "uma lista de alguns exemplos dignos de babar", afirmando que as sanduíches são o alimento perfeito para qualquer ocasião e um "bem amado em todo o mundo".
A Francesinha é muito apreciada no Porto, sendo uma especialidade de vários restaurantes locais, desde requintados aos mais populistas.
Esta especialidade portuense surgiu na década de 60, pelas mãos do português Daniel da Silva.
Forever Kurt Cobain
Jared Leto (30 seconds to Mars) em memória de Kurt Cobain (Nirvana) que fez 17 anos a 5 Abril que este SENHOR faleceu...
A razão da mudança da hora
A mudança de hora significa que a cada Outono os relógios são atrasados uma hora, e que em todas as Primaveras são adiantados, com o objectivo de poupar energia.
A Rússia anunciou este ano que vai eliminar a mudança de horário e que a próxima Primavera será a última vez que os russos vão adiantar o relógio, passando a hora russa ser a GMT+4. O presidente russo, Dmitri Medvedev diz que “tomei a decisão de cancelar a passagem para a hora de Inverno a partir do próximo Outono. Transmitiu esta directiva nesse sentido ao governo", declarou Medvedev num encontro com jovens cientistas.
A mudança da hora é obrigatória em toda a União Europeia e começou a generalizar-se em 1974, durante a primeira grande crise do petróleo, quando alguns governos decidiram adiantar os relógios numa hora durante o meses de mais luz, entre Março e o final de Setembro para reduzir o consumo de electricidade.
Em 1981, adoptou-se a primeira directiva comunitária, que foi renovada a cada 4 anos até Janeiro de 2001, em que o Parlamento e o Conselho da União aprovaram a nona mudança, dando carácter indeterminado na mudança da hora. O Governo português decidiu que no último domingo de Março os relógios adiantam uma hora e que se atrasam uma hora no último fim-de-semana de Outubro.
São muitos os opositores de uma medida cujos resultados económicos são desconhecidos com exactidão até na própria EU, e qual é o seu impacto, especialmente no Verão, devido à localização geográfica dos países. “Daí a dificuldade – reconhece a EU – de alcançar conclusões universais".
A mudança de horário, de acordo com especialistas, suporta-se melhor no Outono do que no Verão, no entanto em ambos casos afecta o relógio biológico das pessoas e provoca distúrbios no sono, especialmente em crianças e em idosos.
A mudança afecta muitos bebés e um pouco menos os adultos. Para os mais pequenos é pior no Verão, porque têm de se levantar uma hora mais cedo. No entanto, as consequências não são graves, "os problemas duram pouco tempo e o nosso organismo acaba por se habituar. É uma questão de dias “É necessário, diz a Comissão Europeia num relatório, entre um a sete dias para que a hora de acordar, a temperatura e a qualidade do sono se adaptarem ao novo horário. De um modo geral, os distúrbios desaparecem entre uma a duas semanas.
A Rússia anunciou este ano que vai eliminar a mudança de horário e que a próxima Primavera será a última vez que os russos vão adiantar o relógio, passando a hora russa ser a GMT+4. O presidente russo, Dmitri Medvedev diz que “tomei a decisão de cancelar a passagem para a hora de Inverno a partir do próximo Outono. Transmitiu esta directiva nesse sentido ao governo", declarou Medvedev num encontro com jovens cientistas.
A mudança da hora é obrigatória em toda a União Europeia e começou a generalizar-se em 1974, durante a primeira grande crise do petróleo, quando alguns governos decidiram adiantar os relógios numa hora durante o meses de mais luz, entre Março e o final de Setembro para reduzir o consumo de electricidade.
Em 1981, adoptou-se a primeira directiva comunitária, que foi renovada a cada 4 anos até Janeiro de 2001, em que o Parlamento e o Conselho da União aprovaram a nona mudança, dando carácter indeterminado na mudança da hora. O Governo português decidiu que no último domingo de Março os relógios adiantam uma hora e que se atrasam uma hora no último fim-de-semana de Outubro.
São muitos os opositores de uma medida cujos resultados económicos são desconhecidos com exactidão até na própria EU, e qual é o seu impacto, especialmente no Verão, devido à localização geográfica dos países. “Daí a dificuldade – reconhece a EU – de alcançar conclusões universais".
A mudança de horário, de acordo com especialistas, suporta-se melhor no Outono do que no Verão, no entanto em ambos casos afecta o relógio biológico das pessoas e provoca distúrbios no sono, especialmente em crianças e em idosos.
A mudança afecta muitos bebés e um pouco menos os adultos. Para os mais pequenos é pior no Verão, porque têm de se levantar uma hora mais cedo. No entanto, as consequências não são graves, "os problemas duram pouco tempo e o nosso organismo acaba por se habituar. É uma questão de dias “É necessário, diz a Comissão Europeia num relatório, entre um a sete dias para que a hora de acordar, a temperatura e a qualidade do sono se adaptarem ao novo horário. De um modo geral, os distúrbios desaparecem entre uma a duas semanas.
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